segunda-feira, 9 de março de 2015

Você tem medo da solidão?


Geralmente procuramos fugir da solidão percorrendo longos caminhos com a intenção de escapar da dor dos sentimentos que ela traz, mas ao fazermos isso, muitas vezes nos alienamos ou nos perdemos de nós mesmos. Solidão é uma condição da vida humana, uma experiência de ser humano que capacita o indivíduo a suster, estender e aprofundar a sua humanidade. O homem é, em última instância, para sempre sozinho, quer viva na doença ou no isolamento, quer sinta a ausência causada pela morte de alguém amado, quer experiencie a alegria de uma vitória. É necessário que toda pessoa reconheça a sua solidão, que se torne intensamente consciente de que, em cada fibra do seu ser, o homem é só – terrivelmente, completamente só. Esforços para superar ou escapar da experiência existencial da solidão podem resultar apenas em auto-alienação. Quando o homem é removido de uma verdade fundamental da vida, ele é  bem sucedido em evadir-se e negar a terrível solidão da existência individual, fechando para si uma estrada significativa de seu próprio crescimento pessoal. É no silencio da  solidão que encontramos os caminhos para nosso crescimento através de uma auto-avaliação das transformações cabíveis ao nosso “bem estar no mundo”.

segunda-feira, 2 de março de 2015

O poder está no presente




"O passado é uma memória, é um pensamento que surge no presente.
O futuro é apenas uma antecipação, é outro pensamento que surge no agora.
O que verdadeiramente temos é este momento, só isso.” Eckhart Tolle



Um fato de difícil compreensão é entender que apenas o presente existe agora, e desviar-se disso nos afasta da qualidade viva da realidade. As dimensões do passado e do futuro dão reconhecimento ao que já se foi e ao que pode vir a ser um dia, formando, assim, limites psicológicos para a experiência presente. O paradoxo é que, embora uma preocupação com o passado e o futuro seja obviamente central para o funcionamento psicológico, comportar-se como se estivesse no passado ou no futuro, tal qual fazem muitas pessoas, compromete as possibilidades vitais da existência. Nossos sistemas sensoriais e motores só podem funcionar no presente, e é da perspectiva dessas funções que a experiência presente pode ser palpável e viva.
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